E Também Participar Da Cerimônia

Sua Majestade o Rei representou ontem pela Espanha e em portugal, a transferência do controle presidencial de Panamá e voltou a saborear o adoro amargo de plantas, nada de excepcional pela américa latina. A solenidade começou quase duas horas e meia depois do calculado em razão de se atrasou o feito prévio, praticado pela Assembleia Nacional. Durante todo este tempo, Felipe esteve conversando em uma sala do Centro de Convenções Atlapa, onde foi praticada a solenidade, com os outros líderes que participaram da tomada de posse do novo presidente do Panamá, Laurentino Cortizo.

Além de outros mais, estavam os presidentes da Colômbia, Ivan Duque; Peru, Martin Vizcarra; Bolívia, Evo Morales; Guatemala, Jimmy Morais; Hondurás, Juan Orlando Hernández, e da República Dominicana, Danilo Medina. Além de participar da cerimônia, que se seguiu a começar por um local de destaque no centro da primeira fila-, Felipe entrevistou-se, separadamente, com o presidente cessante, Juan Carlos Varela, e com o novo mandatário. Cortizo é o setenta e dois º mandatário ibero-americano ao que Don Felipe viu a se tornar presidente de seu povo, visto que em 1996, no momento em que era Príncipe de Astúrias, começou a assumir a representação de Portugal nas cerimônias.

Há uma rejeição absoluta a um Governo entre os três, mesmo que possa ser mínimo. A direção assim como não contempla tirar o poder ao PP para entregá-lo ao PSOE. “Cidadãos não irá apoiar uma moção de censura para a troca de cadeiras”, ponderou na sexta-feira, José Manuel Villegas, secretário-geral do partido e que está a ver esta crise institucional. Insistem na moção “instrumental” para convocar eleições, apesar de que precisariam de três deputados mais pra promovê-la em tal grau e PSOE e Podemos se recusam a prestárselos. “Os murcianos não votaram nem ao menos de perto Tovar, que obtiveram os piores resultados do PSOE na região, seja presidente. E ele não poderá sê-lo na porta de trás”, reflexionaban nesta sexta-feira no Local.

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O procurador-geral do Estado, José Manuel Maça, assegurou pela sexta-feira que não houve “qualquer tentativa de ingerência política. “Nem eu me sujeito, nem sequer me disco se houver alguma tentativa, que, claro, eu acho que nunca haverá”.

Em um feito público em Pamplona, o procurador-geral referiu-se à renovação do fiscal superior de Múrcia em plena investigação ao presidente dessa comunidade. “Tinha feito um serviço muito bom na perseguição da corrupção, entretanto agora levava mais de onze anos e considerei conveniente relevarle pelo fiscal que havia levado os casos de corrupção diretamente”. Como em outras ocasiões, bem como defendeu a decisão de não prosseguir contra Pedro Antonio Sánchez no ‘caso Púnica’.

Em 1995, os 2 programas de estudo se reuniram e começaram a formar o seu próprio núcleo de professores. Em 2001, o plano de estudos combinados se tornou o atual Departamento de Política Pública. O sistema de honra é dividido em três ramos: o pessoal do estudante Procurador-Geral, a Corte de Honra, e o Sistema de Extensão de Honra. O estudante Procurador-Geral é nomeado pelo Presidente do Conselho Estudantil pra investigar todas as denúncias de violações ao Código de Honra e determinar se tem que ou não apresentar acusações contra o aluno, como se detalha no “Instrumento”. O Procurador-Geral é apoiado por uma seleta equipe de em torno de quarenta estudantes.

A Corte de Honra é dirigida pelo Presidente, que é designado pelo Presidente do Conselho Estudantil, e apoiada pelos vice-Presidentes que geram as audiências de todos os alunos. A Corte de Honra em seu conjunto compõe-se de por volta de 80 alunos selecionados.