Você Precisa Ir Para A França Para Testá-Lo?

“Os robôs irão necessitar de socorro do operador humano por muitos anos. Até nesta ocasião, os cientistas desenvolvemos em nossos laboratórios robôs para lugares com ambiente estável e sob controle, robôs que poderíamos chamar de interior. Mas nós estamos desenvolvendo nesta hora outro tipo de robôs, capazes de recorrer a ambientes muito hostis e fazer bem o seu trabalho”. Quem fala é Oussama Khatib, o guru mundial da robótica, que dirige o Stanford Robótics Lab, nos EUA. É o criador do Ocean One, o robô recém-testado pela França, que romperam os limites da arqueologia subaquática, após quatro anos de trabalho e um orçamento de 3 milhões de dólares.

Acaba de fazer sua viagem inaugural, perto de Toulon. No laboratório de Robótica da faculdade de Stanford, a equipe de Oussama Khatib trabalha em inúmeros projetos que estão nos limites de que os robôs conseguem fazer hoje. A bordo do André Malraux, Khatib descreveu-nos estes progressos. Sempre sorridente, dirige nessa viagem a um grupo de seis pessoas que exibam suas habilidades com uma coordenação e rapidez invejável. São uma amplo equipa.

vieram para França a sobrevoar a Lua, ou os destroços da fragata Lua, afundada em 1664, que descobrem-se a 91 metros de profundidade, a cerca de 5 milhas da costa. O meio pra obter este propósito é a tecnologia, especialmente, o terminal de duplo haptic feedback, que permite que o piloto desta máquina sofisticada notar em tuas mãos a interação do robô com os equipamentos que o rodeiam.

É como um avatar, que transfere sensações, principalmente as toque, o operador humano à distância e que se move com amplo exatidão. É o mesmo que fazemos os humanos, pela busca da superior competência em nossos movimentos.

  • Eu assim como tivesse descido, diz Pintado
  • 6 Doença de Parkinson
  • Camadas principais: alazán, bayo e tordo
  • Rotação da cabeça para cada lado durante alguns segundos
  • Ser fácil de utilizar para os iniciantes
  • 1999: Prêmio Robert S. Dow em Neurociências, Portland, Oregon, nos EUA.sUU

Além do mais, a locomoção baseada no contato, que permite ao robô solucionar qual é a melhor navegação pro movimento que pede a sua operadora. Por último, o controle de potência multicontacto, maravilhoso pro serviço com humanos, porque permite ao robô tomar decisões instantâneas pra não danificar a aplicar potência excessiva nem sequer um material delicado ou, claro, se a pessoa que auxílio. Não é tudo uma questão de programação, conforme nos explica. De fato, Khatib declara que “a programação está bem, mas o

isto se trata. Programados para realizar uma rotina numa fábrica seria satisfatório por este caso, mas pra mover-se nestes cenários hostis, o robô necessita humano. O homem e a máquina dividem tuas tarefas: “O ser humano coloca o teu cérebro e o robô uma competência, resistência e força específicas”.

Para ilustrar essa informação, Oussama Khatib nos dá um modelo que todos nós conhecemos: Asimo, o robô da Honda. “Todos sabemos que o Asimo poderá mover-se, percorrer e correr imitando diversas habilidades execuções do corpo humano. Mas o que não é tão popular é que tinha várias limitações. A gente tem ensinado imediatamente tarefas como abrir uma garrafa e cuidar líquido cuidadosamente, sem derramar nada. E bem como nós quebramos a lei maior que pesava sobre o assunto ele: não tocar-lhe.

Agora é qualificado de interagir e se deixa guiar pela mão de um companheiro humano que indica, a título de exemplo, tomando-o das mãos, que se sente”. Para montar essa interação tiveram que passar por muitas coisas, diversos menores avanços que se aplicam prontamente a novos protótipos.