O “até Aqui” As Mulheres Negras Contra O Estigma De utilizar O Cabelo Afro

Imagens em que se manipula seu cabelo, fazendo-lhes perder a identidade. Anúncios e mercados que não se dirigem a elas e, se o fazem, é pra dizer que se despojen de si e se peinen como brancas, que o africano não está bem.

Microagresiones diárias, disfarçadas de atendimento com compradores e acariciar o cabelo que invadem o espaço pessoal. Ou a atribuição de moldar o seu penteado, pelo motivo de no local de serviço, teu cabelo encaracolado natural não é considerado apropriado. Estas são novas das realidades que as mulheres negras têm que suportar e contra os que se rebelam. “Não podemos ser mulheres brancas, não estamos desconfortáveis com os nossos traços, não nos ausência nada”, diz Antoinette Torres, fundadora e diretora da comunidade virtual Afroféminas, para a Moda. Compreender melhor esta luta passa por dominar as proibições de que foram vítimas.

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Como as Tignon Laws de Louisiana (Estados unidos), que no Século XVIII obrigam as mulheres negras e nativas para cobrir o teu cabelo com turbantes pra “resguardar a moral pública”. Por isso, usar o cabelo afro é também um ato político e, mesmo que teve o teu apogeu com o Black Power, o preconceito ainda persiste. Zendaya com o cabelo afro, prêmios InStyle. Celebridades, coletivos ou artistas lutam por visibilidade.

O último caso foi o de Lupita Nyong’ou que, em suas redes sociais, denunciava a edição inglesa da Grazia por ter desvirtuado o seu cabelo na capa de novembro, que protagoniza. Solagne Beyoncé, a toda a hora orgulhosa de seu cabelo afro. Rocking my curls for a few more days! My hair needs a break so I’m excited I’ll be getting a protective style this weekend! Can any of you guess what Im doing?

Enquanto Solange transformou-se durante os últimos anos no ano seguinte, a da causa, irmã de Beyoncé tem recebido elogios e opiniões, em partes idênticos, pela tua figura sobre o assunto. Michelle Obama também vem sendo tachada de não auxiliar pra esta normalização e de buscar a aceitação submetendo-se aos cânones estéticos ocidentais.

Durante seus 8 anos como Primeira-Dama dos Estados unidos, a cabeleira lisa ou ondulada e penteada pra pequeno, vem sendo uma constante, nada de onda afro natural (que cresce para cima). “. Seu estilista capilar, Johnny Wright, resolver a Refinery 29: “Para as roupas que vestia e pra histórias que queria mencionar, se o alisé. Não havia nenhuma inexistência de aceitação de seus cachos. É simplesmente o que ela quis fazer”.

This is the picuture I have been waiting on for like três years. De acordo com o estudo, “Good Hair’, os millennials é o grupo com superior aceitação tem o cabelo afro, e indica que a comunidade de blogueiros teve muito a observar com essa perda de preconceitos. É, tais como, o caso de trastes em aço inox Rodríguez, com 173 mil seguidores em seu perfil propõe diferentes formar de pentear o cabelo afro natural ou de Tyla Lauren, com mais de 94 1000 pessoas que seguem o seu tipo.

Ambos prescrevem produtos pro teu tipo de cabelo. A falta de inclusão pela publicidade reflete Antoinette, a diretora de Afroféminas: “A publicidade fala com a senhora loira, não com as mulheres negras. A mensagem é que você deve ter um orçamento altíssimo, que não gasta nem sequer por cutucou o resto do público, para obter uma bobagem. No entanto imediatamente uma colaboradora do site me fez descobrir uma linha natural de L’Oréal pra cabelos que vendem a prazeroso preço”. Não só a falta de representação é cota do defeito.