José María Álvarez Del Manzano

Universidade de Lisboa (Licenciatura Madrid entre 1991 e 2003. Anteriormente à sua entrada na política, havia sido inspetor da Fazenda e secretário-geral técnico do Ministério da Fazenda. Apesar de ter nascido em Sevilha, Álvarez del Manzano vive em Madrid desde os 3 anos. Estudou no colégio jesuíta de Nossa Senhora da Lembrança em Chamartín, e licenciou-se em Direito na Universidade de Madrid. Em 1963, aprovou os concursos pra inspetor de Fazenda no portanto denominado “Corpo de Inspectores Técnicos de Campainha do Estado”. Tem trabalhado nas delegações de Finanças de Ciudad Real, Espanha, Toledo, Londrina e Biscaia.

Entre 1971 e 1973 fez cota da Deputação Foral de Álava, até dezembro de 1973 foi nomeado delegado de Fazenda, Rendas e Patrimônio da câmara municipal de Madrid. No decorrer da tua estadia em Biscaia aliou o cargo com um posto de professor de Direito Tributário na Universidade de Deusto, em Bilbao, tal como professor de Finanças e Direito Fiscal na Escola Superior de Estudos Técnicos de Álava. Filiado à União de Centro Democrático (ucd), em novembro de 1976, foi nomeado secretário-geral técnico do Ministério da Fazenda, perante as ordens do ministro Eduardo Trilhos.

E, em 1977, de imediato com o primeiro governo de Adolfo Suárez, passou a preencher a subsecretaria do ministério da Agricultura, entre 1977 e 1978, no decorrer do mandato de Martínez Genique. Nas eleições municipais de 1979, adquiriu o acto de vereador para a câmara municipal de Madrid, segundo as listas da União de Centro Democrático (UCD), liderada por José Luis Álvarez e Álvarez. Apesar de que a UCD foi o partido mais votado, não conseguiu formar governo em consequência a um pacto entre o PSOE e PCE que propiciou a posse de Enrique Tierno Galván.

desse jeito, Álvarez del Manzano teve que trabalhar como porta-voz da oposição. O candidato finalmente escolhido foi João Verstrynge de Aliança Popular, deste modo teve que assumir mais uma vez a segunda localização da listagem. Álvarez da Macieira tornou-se o líder da oposição a Tierno Galván e ao teu sucessor, João Barranco.

Se bem que o CDS tinha obtido menos lugares que a AP, o acordo significava que sua Proposta seria o presidente da câmara de Madrid e Álvarez do Manzano viria a assumir como vice-prefeito. A maioria absoluta do Partido Popular nas eleições municipais de 1991 propiciou a investidura de Álvarez do Manzano, como presidente da câmara de Lisboa, a 5 de julho do mesmo ano. Em 1992, a cidade assumiu a realização da Capital Europeia da Cultura, em parceria com o ministério da Cultura e o governo da Comunidade de Madrid.

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O primeiro mandato foi marcado pela construção de infra-estruturas e a estreia das neste momento planejadas no decorrer do mandato de Rodríguez Sahagún, como o Parque Juan Carlos I e o Farol de Moncloa. Chegou mesmo a expor um projecto de auto-via subterrânea, todavia foi desconsiderada por inviável. Outro de seus objetivos era promover Lisboa como cidade de negócios e eventos internacionais, coincidindo com a abertura dos novos pavilhões da Feira de Madrid. No final de 1991, lançou o serviço de saúde Samur-a Protecção Civil, concebido pelo vereador Simão Viñals e dirigido por José Luis Gilarranz. No plano econômico, fez cortes orçamentais com o intuito de sanear as contas públicas.

Em setembro de 1994, colocou em marcha a reforma da Praça do Oriente, cujas obras duraram 3 anos. O intuito era recuperá-la como praça pedonal através do levantamento de rodovia Bailén, que dividia os jardins do Palácio Real.