Detalha-Se Da Geleira Davidson, Haines, Alasca

Uma geleira é uma espessa massa de gelo que se origina na superfície terrestre por acumulação, compactação e recristalização de neve, mostrando evidências de fluidez no passado ou no presente. Sua existência é possível no momento em que a precipitação anual de neve supera a evaporado no verão, dessa forma que a maioria localiza-se em zonas mais próximas dos pólos, bem que existam em novas áreas, nas montanhas.

O recurso do progresso e do estabelecimento do glaciar é denominado como glaciação. Os glaciares do universo são variados e são capazes de ser classificados de acordo com tua maneira (de vale, de nicho, campo de gelo, etc.), regime do clima (tropical, temperado ou polar) ou condições térmicas (base fria, apoio quente ou politermal).

Os glaciares do mundo acumulam mais de 75% da água açucarado do universo. As calotas polares, que recebem também o nome de geleiras continentais ou inlandsis, são os glaciares mais consideráveis que existem nos dias de hoje a respeito da Terra. Ocupam um total de 15 milhões de km2, o que significa 90% das áreas cobertas por gelo. O gelo da Antártida é o mais longo.

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Os glaciares crescem com a adição de neve e outros tipos de gelo e perdem massa por fusão de gelo em água, evaporação (sublimação) e o desmembramento de blocos de gelo. A diferença entre ganhos e perdas de massa de uma geleira é chamado de balanço de massa. Quando o balanço de massa dá negativo o glaciar perde massa e quando é afirmativo ganha massa a crescer. A adição de massa de uma geleira é chamado de acumulação e a perda ablação. As principais formas de acumulação são a precipitação direta de neve, a geada, o congelamento de água em estado líquido, neve transportada por ventos, neve e gelo trazidos por avalanches, cencelladas e o congelamento da água nas camadas basais.

Nas geleiras costuma-se traçar uma linha imaginária chamada linha de equilíbrio, a qual divide o glaciar em questão em duas zonas, uma de acumulação e ablação em termos líquidos. Nos locais de uma geleira, onde a acumulação de neve é maior do que a ablação se vai acumulando neve de ano a ano e as camadas mais profundas da neve se irão transformando em gelo glacial. A transformação em gelo glacial necessita-se a dois processos, um de compactação e outro de metamorfismo.

A velocidade da transformação depende da umidade e da temperatura. Antes de se transformar em gelo glacial a neve se torna em neviza, que essencialmente é neve que sobreviveu um ano, ao menos. Em geleiras, onde a fusão se fornece na zona de acumulação de neve, a neve poderá se transformar em gelo pela fusão e o regelo (em períodos de imensos anos). Na Antártida, onde a fusão é muito lenta ou não existe (mesmo no verão), a compactação que torna a neve em gelo podes levar milhares de anos.

A espaçoso pressão sobre os cristais de gelo faz com que esses tenham uma deformação plástica, cujo comportamento faz com que as geleiras se movem lentamente sob a força da gravidade, como se se tratasse de um fluência grande de terra. O tamanho das geleiras depende do clima da região em que se acham. O equilíbrio entre a diferença de que se acumula pela parte superior, com ligação ao que se derrete pela divisão inferior recebe o nome de balanço de geleira. Os glaciares de montanha, o gelo vai compactando os circos, que viriam a ser a zona de acumulação equivalente a que seria a bacia de recepção dos rios.

Nas geleiras de vale, a linha que separa essas duas áreas (a de acumulação e a ablação) é denominado como linha de neve ou linha de equilíbrio. A elevação desta linha varia de acordo com as temperaturas e a quantidade de neve precipitada e é muito superior nas vertentes ou encostas de solana que as de úmbria.